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quarta-feira, 8 de março de 2017

Pedra do Templo de Salomão:Falsificação ou Evidência da verdade histórica da Bíblia?

De um lado, aqueles que acreditam tratar-se da primeira evidência da existência do Templo de Salomão, descrito na Bíblia como "A Casa do Senhor". De outro, os que veem uma elaborada falsificação.

 E no meio dessa polêmica, a chamada Tábua de Joás, peça de pedra encontrada em 2001 e que até hoje intriga cientistas e autoridades de Israel. Mais de uma década depois, especialistas ainda não conseguiram responder à dúvida: o artefato é verdadeiro ou uma elaborada falsificação? No livro sagrado, o Templo de Salomão é o local construído para abrigar a Arca da Aliança, cofre que guardaria as tábuas de pedra dos Dez Mandamentos e que teria desaparecido após a destruição do espaço, incendiado pelo exército do rei babilônio Nabucodonosor em 586 a.C.

 

 A Bíblia faz referências à reconstrução do templo por Joás de Judá, que reinou em Jerusalém um século depois de Salomão. "Joás disse aos sacerdotes: Todo o dinheiro consagrado que se costuma trazer à Casa do Senhor (...) recebam-no os sacerdotes, cada um da mão de seus familiares, e consertem os postigos do Templo onde quer que se achem fendas", diz o capítulo 12 de Reis 2.


Texto em Hebraico versão Bíblia Hebraica Stuttgartensia*  

ד רַק הַבָּמוֹת, לֹא-סָרוּ: עוֹד הָעָם מְזַבְּחִים וּמְקַטְּרִים, בַּבָּמוֹת.

Texto Transliterado Versão Bíblia Hebraica Stuttgartensia**  

 4.RAQ HABÅMOT LO-SÅRU OD HÅÅM MËZABËCHYM UMËQATËRYM BABÅMOT:

  Obs: *(A escrita hebraico é lida da direita para esquerda) **(texto Transliterado Leitura da Esq para Dir)



 A tábua encontrada também descreve em hebreu as obras feitas pelo rei: "Reparei a construção e fiz os reparos no templo e nos muros que o rodeiam".

Autêntica ou falsa?

Após a descoberta, a Tábua de Joás foi encaminhada ao Serviço Geológico de Israel para que pudesse ser - ou não - autenticada. Primeiro, examinaram a pátina, uma fina camada que se forma ao longo do tempo na superfície de uma rocha ou pedra pela interação de seus minerais com as substâncias químicas do ar, da água ou da terra. Os geólogos logo notaram que a pátina era contínua na frente da pedra e nas letras da inscrição, o que significa que foram gravadas num passado distante. Em seguida, com a técnica de datação de carbono, conseguiram precisar que a tábua tinha cerca de 2.3 mil anos.

A pátina é uma fina camada que se forma ao longo do tempo na superfície da pedra

A pátina é uma fina camada que se forma ao longo do tempo na superfície da pedra[/caption] Depois, os especialistas notaram que a composição química da pedra era a mesma das que estão presentes na região de Jerusalém. E, finalmente, detectaram grânulos de ouro em sua superfície, precisamente o que se esperaria se a pedra estivesse no interior de um templo banhado de ouro, como descreve a Bíblia, durante um incêndio. Em 2003, o Serviço Geológico declarou oficialmente que a tábua era genuína. O artefato foi então oferecido à venda ao Museu de Israel, que abriga boa parte dos tesouros do país. Mas essa história não acabou aí. O museu decidiu conduzir sua própria verificação da autenticidade da tábua. Nesse meio tempo, porém, tanto o objeto quanto o homem que o havia descoberto - cuja identidade ainda era misteriosa - simplemente desapareceram. A Autoridade de Antiguidades de Israel passou a investigar o caso e, nove meses depois, chegou ao colecionador Oded Golan, que é engenheiro. Golan, por sua vez, insistiu que era apenas o intermediário de outro colecionador. Mas as autoridades suspeitaram: ele também era vinculado a outro artefato extraordinário descoberto dois anos antes, o Ossário de Tiago.


No meio do ossário, inscrição diz: "Ya'akov Bar Yoshef Akhui di Yehshúah", que quer dizer "Tiago, Filho de José, Irmão de Jesus"

O que dizia a pedra

O comitê recorreu então à geologia. Yuval Goren, geoarqueólogo e diretor do Instituto Arqueológico da Universidade de Tel Aviv, encontrou evidências de que sofisticados falsificadores enganaram os especialistas. Ele descobriu que a composição da pátina da parte de trás da tábua era diferente daquela da frente. Era formada de sílica, mineral não encontrado em Jerusalém, e tinha grânulos de fósseis marinhos, embora o Tempo de Salomão não estivesse próximo do mar. Além disso, notaram que a pátina da tábua foi fabricada artificialmente - partículas de carbono antigo e grânulos de ouro foram adicionados à mão. O ossário, por sua vez, era autêntico. Mas a inscrição nele, não. Os cientistas confirmaram a autenticidade da primeira parte: "Tiago, Filho de José", datada da primeira metade do século 1 d.C. No entanto, a segunda parte, "Irmão de Jesus", foi adicionada pelo menos 20 séculos mais tarde. Os resultados dessas e outras análises levaram a concluir que a tábua de pedra e o ossário eram elaboradas falsificações. Algo que, porém, nunca chegou a ser um consenso completo.

Conclusões da Autoridade de Antiguidades sobre a tábua de pedra foram completamente diferentes das anteriores do Serviço Geológico

Conclusões da Autoridade de Antiguidades sobre a tábua de pedra foram completamente diferentes das anteriores do Serviço Geológico[/caption]

Fraude com conhecimento de causa?

Para as autoridades, tratava-se de uma equipe de falsificadores com especialistas em várias disciplinas. Quando a polícia prendeu Oded Golan e inspecionou suas propriedades, descobriu uma oficina com uma coleção de ferramentas, materiais e "antiguidades" sendo produzidas. A evidência indicava que eles estavam lidando com uma operação numa escala muito maior do que pensavam. Os investigadores descobriram que colecionadores de todo o mundo tinham pagado centenas de milhares de dólares por artefatos que vinham de parceiros de Oded Golan. Dezenas desses objetos foram examinados por Yuval Goren - e todos eram, na sua visão, falsos.





Imagem do pintor alemão Julius Schnorr von Carolsfeld representando o rei Salomão
Desejo de encontrar verdades históricas na Bíblia pode estimular ações oportunistas Em seguida, surgiu o receio de que artefatos feitos pela equipe de falsificadores tivessem chegado aos grandes museus do mundo. Alguns arqueólogos pediram à época que tudo o que tivesse chegado ao mercado nas duas décadas anteriores à revelação e que não tivesse certificado de origem claro deveria ser considerado falso. Muitos desses objetos, como a tábua que deu início à investigação, foram fabricados aproveitando-se do desejo de muitos de confirmar os escritos bíblicos, diziam. Em dezembro de 2004, Oded Golan foi acusado de falsificar e fraudar antiguidades e enfrentaria um julgamento que se estenderia por oito anos. Em 2012, ele foi absolvido das acusações de falsificação e fraude, mas condenado por uma ofensa menor: a de possuir objetos suspeitos de roubo e venda de antiguidades sem licença. Segundo o juiz, a acusação não conseguiu provar que os objetos eram falsos. E determinou que eles fossem devolvidos a Golan.
Oded Golan saindo do tribunal de Jerusalém
Golan foi absolvido, e o juiz ordenou que objetos confiscados fossem devolvidos.

Caso não resolvido

Mas as dúvidas continuam até hoje. Golan falou sobre a tábua de pedra ao jornal israelense Ha'aretz: "Pode ser da época do rei Joás, do século 9; pode ser uma cópia feita mais tarde da pedra original que estava no templo; ou até uma tentativa de gravar na pedra os reparos que foram feitos; ou pode ser uma falsificação feita há apenas 100 anos. Realmente não sei." E os especialistas continuaram dando opiniões. Em 2016, o professor Ed Greenstein, da Universidade Bar-Ilan, de Israel, publicou uma atualização de seu artigo "A suspeita inscrição de Joás: um postmortem", no qual conclui: "Nenhum livro das antigas inscrições em hebreu incluirá o chamado texto de Joás; nenhum historiador da antiga Israel jamais contará com a inscrição como fonte; nenhum gramático ou lexicógrafo de hebreu antigo incluirá palavras, frases ou formas que se encontrem na inscrição como dados autênticos." No entanto, outros especialistas estão inclinados ao contrário. Chaim Cohen, da Universidade Ben Gurion, escreveu em 2009 que, se fosse comprovada a falsificação, seria "a falsificação mais brilhante de todas". Enquanto isso, Ronny Reich, um dos fundadores da Autoridade de Antiguidades, ressaltou: "A inscrição me parece autêntica, pois é difícil acreditar que um falsificador (ou um grupo de falsificadores) possa saber tanto de todos os aspectos - físico, palográfico, linguístico e bíblico - para produzir tal objeto." Fonte: BBC Brasil
 

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Documentário: Antigo Testamento Hebraico-Português Interlinear

                                                   
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 O texto por trás do texto: a tradução da Bíblia Hebraica 


Documentário com o prof. Dr. Edson de Faria Francisco: Pós-doutor em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaicas pela Universidade de São Paulo, e professor de Hebraico Bíblico e de Grego Bíblico na Universidade Metodista de São Paulo.




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MANUAL DA BÍBLIA HEBRAICA

Manual da Bíblia Hebraica: Introdução ao Texto Massorético – Guia Introdutório para a Biblia Hebraica Stuttgartensia3. ed. São Paulo: Vida Nova, 2008, p. xlii + 715. ISBN: 978-85-275-0405-8.

A terceira e definitiva edição do 
Manual da Bíblia Hebraica: Introdução ao Texto Massorético – Guia Introdutório para a Biblia Hebraica Stuttgartensia é uma obra inteiramente revisada e ampliada, tendo, ao todo, 760 páginas.

Todos os capítulos apresentam várias revisões, ampliações, modificações e melhorias. Nesta nova edição, há 30 ilustrações de manuscritos e de edições da Bíblia Hebraica. O capítulo “Texto Massorético” foi ampliado com mais informações, principalmente sobre os três grupos de massoretas: babilônico, palestino e tiberiense. O “Glossário” foi inteiramente revisado, além de ter sido ampliado com mais verbetes. A “Bibliografia e Obras Indicadas” abrange 28 páginas, recebendo importantes indicações bibliográficas. O capítulo sobre o Códice de Leningrado B19a possui mais informações relevantes. Uma das novidades desta edição é a inclusão de uma tabela contendo as letras do alfabeto paleohebraico de tradição samaritana e outra com as letras hebraicas na caligrafia de Hirbet Qumran da época hasmoneana (c. séc. II a.C.).
Além de ser uma obra dedicada primordialmente à Biblia Hebraica Stuttgartensia (BHS), o leitor encontrará muitas informações sobre a Biblia Hebraica Quinta (BHQ), a futura edição acadêmica do texto bíblico hebraico que sucederá a BHS.
A obra tem adquirido amplo reconhecimento tanto de estudiosos nacionais quanto de internacionais da área de crítica textual da Bíblia Hebraica e de massorá e vários deles escreveram endossos importantes (veja Endossos).
É a edição definitiva do manual para a utilização da BHS para estudantes, professores e pesquisadores falantes da língua portuguesa. A relevante novidade é que esta obra é complementada pelo site do próprio autor.



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ANTIGO TESTAMENTO HEBRAICO-PORTUGUÊS INTERLINEAR VOL 01 - PENTATEUCO

Antigo Testamento Interlinear Hebraico-Português, vol. 1: PentateucoBarueri: Sociedade Bíblica do Brasil, 2012, p. LXIII + 743. ISBN: 789-85-218-0511-1.
Antigo Testamento Interlinear Hebraico-Português (ATI) é uma edição interlinear, apresentando tradução literal do texto original hebraico e aramaico da Bíblia Hebraica (o Antigo Testamento) para o português. O ATI procura traduzir, literalmente, cada palavra e cada expressão da Bíblia Hebraica para o português, seguindo seu sentido original. Cada palavra ou expressão em português segue passo a passo cada palavra e expressão do texto original hebraico, da direita para a esquerda. Na primeira linha consta o texto hebraico e na linha logo abaixo consta a tradução literal em português. O texto base do ATI é a Biblia Hebraica Stuttgartensia (BHS) que, por sua vez, tem por base o manuscrito massorético denominado Códice de Leningrado B19a (L), datado de 1008-1009. A BHS é a edição acadêmica padrão da Bíblia Hebraica, desde os anos 1970 e o Códice L é um dos principais e mais importantes manuscritos representantes da tradição massorética tiberiense, relacionada com a família Ben Asher, e que serve como base para diversas edições do texto bíblico hebraico. O ATI segue a sequência do cânone judaico, segundo a BHS, abrangendo os seguintes volumes: volume 1: Pentateuco (Gn, Êx, Lv, Nm e Dt); volume 2: Profetas Anteriores (Js, Jz, 1Sm, 2Sm, 1Rs e 2Rs); volume 3: Profetas Posteriores (Is, Jr, Ez, Os, Jl, Am, Ob, Jn, Mq, Na, Hc, Zf, Ag, Zc e Ml) e volume 4: Escritos (Sl, Jó, Pv, Rt, Ct, Ec, Lm, Et, Dn, Ed, Ne, 1Cr e 2Cr). Cada um dos quatro tomos possui um capítulo intitulado “Dificuldades Textuais”, no qual são comentados os principais problemas de tradução encontrados ao longo do processo de elaboração do ATI. O volume 1 possui, ainda, o “Prefácio”, onde são apresentadas as principais características do ATI e um texto intitulado “A Língua Hebraica do Antigo Testamento”, sobre aspectos históricos e características do hebraico bíblico. O volume 4 possuirá, ainda, um léxico intitulado “Léxico Hebraico-Português e Aramaico-Português”, fruto do processo de tradução do ATI, tendo como base várias obras dicionarísticas dedicadas ao hebraico bíblico e ao aramaico bíblico. O ATI apresenta, além do texto original da Bíblia Hebraica e uma tradução literal correspondente em português, a A Bíblia Sagrada – Versão Revista e Atualizada (RA), tradução de João Ferreira de Almeida (Barueri, 1993), que é uma versão de equivalência formal e a Bíblia Sagrada – Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH) (Barueri, 2000), que é uma versão funcional ou semântica, que traduz o sentido do texto, não se atendo à forma redacional original do texto hebraico.

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ANTIGO TESTAMENTO HEBRAICO-PORTUGUÊS INTERLINEAR VOL 02 - PROFETAS ANTERIORES

Antigo Testamento Interlinear Hebraico-Português, vol. 2: Profetas 
Esta publicação é o segundo volume da edição interlinear do Antigo Testamento, que reúne os textos dos livros dos Profetas Anteriores: Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel e 1 e 2 Reis. O Antigo Testamento Interlinear (ATI) procura traduzir, literalmente, cada palavra e cada expressão do texto hebraico para o português, seguindo seu sentido original. O texto base do ATI é a Biblia Hebraica Stuttgartensia (BHS). Além da tradução literal, de autoria do doutor em língua Hebraica, Edson de Faria Francisco, a publicação apresenta outras duas traduções em português: uma de equivalência formal, a Almeida Revista e Atualizada (RA), e uma de equivalência dinâmica, a Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH). Seguindo a sequência adotada da BHS, ainda serão publicados mais dois volumes, que reunirão os livros dos Profetas Posteriores e Escritos. Esta edição interlinear da Bíblia pode ser utilizada nos estudos acadêmicos, na elaboração de estudos religiosos e na preparação de pregações.


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BÍBLIA HEBRAICA  STUTTGARTENSIA

Pela primeira vez, esta obra recebe introdução em português. Editada sob a coordenação de Karl Elliger e Wilhelm Rudolph. Quinta edição revisada, de 1997, preparada por Adrian Schenker.

RECURSOS ADICIONAIS• Texto bíblico original do Antigo Testamento em hebraico e aramaico • Edição crítica padrão da Biblia Hebraica, com texto em hebraico baseado no Códice Leningradense • Introduções em português, inglês, alemão, francês,espanhol e latim, Revisão completa do aparato massorético por Gérard E. Weil • Massora Parva (Menor) completa impressa na margem,remetendo o leitor à Massora Magna (Maior), impressa separadamente • Glossário em inglês e alemão para palavras e abreviaturas latinas


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Destalhes: 


Antigo Testamento Interlinear - Vol 1 Pentateuco - Hebraico - Português

esta Publicação É O Primeiro Volume De Uma Edição Interlinear Do Antigo Testamento Que Apresenta Uma Tradução Literal Do Texto Original Para O Português. A Publicação Procura Traduzir Literalmente Cada Palavra E Cada Expressão Do Texto Hebraico Para O Português Seguindo Seu Sentido Original.O Texto Base Utilizado Nesta Publicação É A Biblia Hebraica Stuttgartensia (Bhs). Além De Uma Tradução Literal O Ati Apresenta Outras Duas Traduções Em Português: Uma Versão De Equivalência Formal (Almeida Revista E Atualizada) E Uma Versão De Equivalência Funcional (Nova Tradução Na Linguagem De Hoje).A Sequência Adotada Para Os Livros É A Da Bhs Dividindo O Texto Em Quatro Tomos: Pentateuco Profetas Anteriores Profetas Posteriores E Escritos. Cada Um Deles Possui Como Apêndice Um Comentário Sobre As Principais Dificuldades Encontradas Ao Longo Do Processo De Elaboração Do Antigo Testamento Interlinear.Esta Obra Pode Ser Utilizada Nos Estudos Acadêmicos Na Elaboração De Estudos Religiosos Ou Na Preparação De Pregações.Recursos: Volume 1: Pentateuco (Gênesis A Deuteronômio):: Textos Bíblicos Em Português: Tradução De Almeida Revista E Atualizada. Nova Tradução Na Linguagem De Hoje.:: Texto Hebraico: Biblia Hebraica Stuttgartensia:: Tradução Literal Do Hebraico Por Edson De Faria Francisco:: A Língua Hebraica Do Antigo Testamento:: Dificuldades Textuaispúblico-Alvo:: Acadêmicos Em Geral:: Estudiosos Da Bíblia:: Seminaristas E Estudantes De Teologia

KIT HEBRAICO | GREGO

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